Reli as cartas e fiz questão de rasgar todas. Apaguei as fotos, os videos e seu nome da minha agenda.
Quebrei memórias, descartei lembranças físicas. As que eu tenho em mente com certeza vão me atormentar por todas essas que eu me desfiz.
Desconectei redes sociais e redes de amigos em comum, não falo mais com nenhum.
Bloqueei você das minhas páginas de notícias como se um mandato de segurança, de um quilômetro de distância fosse ser expedido junto.
Lavei todos os meu travesseiros e minha pele, para que nenhum deles pudesse guardar seu cheiro ou sua falta.
Troquei as chaves e as fechaduras das portas e do meu coração, o número do meu telefone e tirei o seu das ligações favoritas. Não vou sentir sua falta, pois junto a tudo no pacote, eu vou acreditar na reciprocidade e só vou ter por alguém aquilo que tiverem por mim.
Dê-me assim o direito de não te ver ou te ouvir. E tenha a certeza que aquele adeus não foi necessário.
Desconectei redes sociais e redes de amigos em comum, não falo mais com nenhum.
Bloqueei você das minhas páginas de notícias como se um mandato de segurança, de um quilômetro de distância fosse ser expedido junto.
Lavei todos os meu travesseiros e minha pele, para que nenhum deles pudesse guardar seu cheiro ou sua falta.
Troquei as chaves e as fechaduras das portas e do meu coração, o número do meu telefone e tirei o seu das ligações favoritas. Não vou sentir sua falta, pois junto a tudo no pacote, eu vou acreditar na reciprocidade e só vou ter por alguém aquilo que tiverem por mim.
Dê-me assim o direito de não te ver ou te ouvir. E tenha a certeza que aquele adeus não foi necessário.
Nunca gostei de despedidas.
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