domingo, 29 de setembro de 2013

Quem se importa?

   Por vezes eu pensei em como as pessoas podiam simplesmente não se importar. Não se importar com quantas primeiras vezes eu tive com elas, ou se importar com o quanto eu apreciava a voz, o cheiro e a presença delas.
   Não se importar com coisas que pra mim pareciam o inicio ou o fim do mundo, e para elas eram coisas tão banais e pequenas. 
   Até que um dia conheci um cara diferente. Que gostava de mim pelo que eu era, não pelo carro que eu tinha, roupas que vestia ou amigos com quem andava.
   Gostava de mim pelo meu cheiro, pela  minha voz, e cada sorriso que eu dava era o mundo pra ele. Mas eu não me importava.
   Não me importava se as palavras que ele falava pra mim ele nunca tinha proferido pra ninguém, não me importava se ele nunca tinha se apaixonado por um sorriso antes, se ele nunca tinha ido em tal restaurante ou feito tal coisa antes de mim. O que pra mim eram coisas banais, para ele, eram o mundo.
   E foi ai que eu percebi que a gente não faz por mal. E perdoei dentro de mim todas as outras pessoas que não tinham se importado antes.
   Por mais que a gente tente, o coração é um órgão involuntário. Não dá pra obrigá-lo a se importar, apaixonar ou cuidar de uma pessoa indiferente. Involuntário e desobediente.
   Mas quem se importa? :p

Síndrome do 'F'

O problema é que tem homem que quando namora sofre da síndrome do F: Antes do namoro é fofo, durante é folgado e depois é filho da puta.